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III Fórum

Impactos Ambientais e
Econômicos das Espécies Invasoras:
Invasões Biológicas no Antropoceno

III Fórum: Impactos Ambientais e Econômicos das Espécies Invasoras – Invasões Biológicas no Antropoceno

Espécies Invasoras

As invasões biológicas estão entre os piores problemas ecológicos da atualidade, considerados pela IUCN (International Union for Conservation of Nature/ União Internacional de Conservação da Natureza) a segunda maior fonte de perda da biodiversidade no planeta. No Brasil, entre muitas espécies invasoras, encontra-se o mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei), molusco bivalve de água doce natural do sudeste asiático. Desde sua chegada à América do Sul (por volta de 1990, na Argentina), tem causado sérios prejuízos aos ecossistemas e às atividades ligadas ao tratamento de água e produção de hidroeletricidade. 

Espécies invasoras são organismos que, retirados do seu habitat natural, são inseridos em novos ambientes e devido às condições ambientais favoráveis – ausência de predadores naturais, temperatura adequada, disponibilidade de nutrientes – se reproduzem, competindo com espécies nativas e provocando prejuízos ambientais incalculáveis (dentre os quais podemos citar a redução da biodiversidade e a possível extinção de espécies nativas e/ou endêmicas), além de sérios prejuízos econômicos. O professor David Pimentel, da Universidade de Cornell (EUA), calcula que, entre 2000 e 2010, as espécies invasoras tenham causado prejuízos anuais de US$ 49 bilhões somente no Brasil. Citando como exemplo a dengue (o mosquito Aedes aegypti é oriundo do norte da África), segundo o Jornal do CFM (Ministério da Saúde) em 2008 os gastos com o combate à dengue foram de R$ 1,08 bilhão. Um estudo realizado pela Secretaria de Estado de Saúde revelou que entre janeiro de 2009 até agosto de 2010, somente em Minas Gerais, o custo da dengue para empresas e pessoas físicas ultrapassou R$ 111 milhões.

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